Néctar di Vinho
Experiências enófilas
terça-feira, 7 de junho de 2011
sábado, 25 de dezembro de 2010
Meruge 2005

Meruge é um vinho peculiar de um projecto de produção vínicola também ele curioso e pleno de mérito: Lavradores de Feitoria.
Este projecto, oriundo da noblissíma região de vinhos que é o Douro, reúne vitivinicultores, proprietáriso quintas e profissionais de enologia, marketing e gestão e tem como finalidade conceber vinhos de grande qualidade. Nos vinhos, brancos e tintos, que tive a oportunidade de provar reconheço esse esforço mas mais ainda o alcance desse objectivo.
No Meruge 2005 encontramos todas as qualidades de um vinho do Douro, onde se encontram as castas clássicas desta região Tinta Roriz, Touriga e Touriga acrescidas da particularidade de se encontrarem combinadas colheitas de uma vinha nova e de uma vinha velha.
A personalidade vinho revela-se logo ao olfacto onde o aroma intenso a fruta é incontornável, equilibrado com elegância com notas de especiarias e madeira. A génese duriensa sublinhada num tom límpido e profundo de vermelho escuro a tocar o violeta. Na boca toda a elegância e complexidade prometidas são confirmadas revelando-se a intensidade de frutos vermelhos e as notas equilibradas da madeira. O final é longo e sem acidez.
É um vinho para apreciar com tempo, boa companhia e chocolate negro.
Este projecto, oriundo da noblissíma região de vinhos que é o Douro, reúne vitivinicultores, proprietáriso quintas e profissionais de enologia, marketing e gestão e tem como finalidade conceber vinhos de grande qualidade. Nos vinhos, brancos e tintos, que tive a oportunidade de provar reconheço esse esforço mas mais ainda o alcance desse objectivo.
No Meruge 2005 encontramos todas as qualidades de um vinho do Douro, onde se encontram as castas clássicas desta região Tinta Roriz, Touriga e Touriga acrescidas da particularidade de se encontrarem combinadas colheitas de uma vinha nova e de uma vinha velha.
A personalidade vinho revela-se logo ao olfacto onde o aroma intenso a fruta é incontornável, equilibrado com elegância com notas de especiarias e madeira. A génese duriensa sublinhada num tom límpido e profundo de vermelho escuro a tocar o violeta. Na boca toda a elegância e complexidade prometidas são confirmadas revelando-se a intensidade de frutos vermelhos e as notas equilibradas da madeira. O final é longo e sem acidez.
É um vinho para apreciar com tempo, boa companhia e chocolate negro.
sábado, 18 de dezembro de 2010
Guadalupe 2005

Escolher o primeiro vinho de que quero falar, a primeira experiência que me proponho partilhar não foi particularmente simples.
Após alguma ponderação a escolha acabou por recair sobre um vinho alentejano que, na de apreciadora, merece destaque.
A razão de eleger Guadalupe 2005 prende-se com o facto deste vinho da Quinta do Quetzal se destacar como umas das mais postivas experiências vínicas recentes.
A qualidade do vinho é notável e começa por se fazer notar no seu aroma intenso e se adivinha a presença de frutos vermelhos. Na boca revela-se suave mas intenso, com um final que perdura.
Surpreende e revela aos sentidos "A magia de um lugar".
Prelúdio
Com espírito crítico e paladar aguçado abre-se o espaço às sensações do néctar divino que é o vinho.
Sem pretensão e com entusiasmo discute-se, partilha-se e convida-se a disfrutar, discutir e apreciar o vinho e o seu universo.
Sem pretensão e com entusiasmo discute-se, partilha-se e convida-se a disfrutar, discutir e apreciar o vinho e o seu universo.
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